Observações sobre inclusão
Quando falo em inclusão, sempre penso nos alunos da minha escola que mesmo sem laudo médico estão lá incluidos, junto aos outros ditos normais, professores sem saber o que fazer e lamento dizer muitos ainda só pensando em dar notas, querendo receitas de como avaliar, poucos pensam em planejar algo diferente para tender a turma com alunos que são diferentes e já fora da escola recebem atendmentos especializados. Professores que reclamam que não ganham para realizar essa tarefa, professores que querem solução do sindicato para ver se essa questão é legal. Professores que pouco olham para o dia a dia e não conseguem ver que em toda a parte temos pessoas com necessidades especiais fazendo esporte, trabalhando, comprando e muito mais.
Levo todas as quartas feiras meus filhos na natação e nunca tinha observado quantas crianças com deficiência física, mental estão lá para serem atendidas pelos mesmos professores que atendem meus filhos, nunca ouvi comentário destes professores a respeito de não serem capacitados para atender esses tipo de aluno, atendem com tranqüilidade e claro com mais cuidado do que os outros .
O que acontece com a classe dos professores que sempre querem formação, capacitação e quase nunca se consideram capazes de aceitar com naturalidade esses fatos.
CONSTITUIÇÃO DE 1988
ART.205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da Família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
ART.206. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola,
ART.208. O dever do Estado com a Educação será efetivado mediante a garantia de :
III- atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino,
IV- atendimento em creche e pré-escola às crianças de 0 a 6 anos de idade.
Em relação ao artigo 208 quando fala do atendimento especializado aos portadores de deficiência, ainda hoje as escolas tem muitas difículdade para atender esses alunos, não estão preparadas com espaços adequados e profissionais capacitados. A rede regular de ensino tenta atender os alunos com necessidade especiais mas sofre, pois o professor não faz diagnóstico, quem faz é a saúde e muitas vezes as famílias demoram muito tempo para receber atendimento na saúde, temos constatado que poucas conseguem laudo médico, uma das exigências das escolas e das secretarias de educação, com laudo médico o aluno tem direito a atendimentos especializados dentro da rede e dentro da escola está garantido sua inclusão, muitos casos até redução de alunos por turma com o objetivo de melhor atender esses alunos.
Na rede de Cachoeirinha, neste ano todos os profissionais das escolas públicas municipais estão recebendo uma formação com a Professora Soraia da Universidade de Santa Maria sobre inclusão, ainda não participei estou no grupo do segundo semestre, mas tenho ouvido muitas questões trazidas pela professora, grupos que concordam com o tema, grupos que acham desnecessário conversar sobre o assundo, questões bem polêmicas.
Na rede de Cachoeirinha já temos vários alunos de inclusão vindos da Escola Especial Lâmpadinha e muitos já estão em nossas escolas e desconhecemos suas necessidades. Na escola onde trabalho temos vários alunos em atendimentos, poucos incluídos com laudo médico.
QUADRO DE TURMAS E NÚMERO DE ALUNOS
TURNO MANHÃ
TURMA NÚMERO DE ALUNOS
11 24
21 21
31 22
41 25
51 30
52 31
53 24
TURNO TARDE
TURMA NÚMERO DE ALUNOS
Pré 21
61 28
62 31
63 29
71 28
72 29
81 22
82 21
TURNO NOITE
TURMA NÚMERO DE ALUNOS
54 19
64 36
73 33
74 34
83 31
84 31
Nossa escola atualmente atende há 541 aluos nos três turnos e segue abaixo o número de alunos que recebem atendimento especial.
Turma 21
2 alunos recebem atendimento de Fono.
1 aluno recebe atendimento psiquiátrico, toma medicação(rispiridon - ritalina)
Turma 31
1 aluno com atendimento psicológico.
2 aluno em atendimento psicopedagogico.
Turma 41
3 aluno em atendimento psicológico.
1 aluno encaminhado para a saúde mental sem retorno do tratamento.
Turma 51
3 alunos que avançaram com PCA.
1 aluno com atendimento psicológico.
Turma 52
1 aluno encaminhado psiquiatria.
2 alunos que avançaram com PCA
1aluno com atendimento psiquiátrico, várias internações.
Turma 53
1 aluno avançou com PCA
Turma
1 aluno com acompanhamento psicológico com laudo médico.
Turma 71
1 aluno com acompanhamento psicológico e psicopedagogo, aluna com laudo médico.
Turma 73
1 aluno com acompanhamento psicopedagogico
OBS: Os alunos que entraram este ano na escola nas turmas de pré- escola e primeiro ano ainda não foram encaminhados a nenhum serviço de atendimento, no final do primeiro trimestre se necessário são encaminhados para o serviço de triagem da prefeitura municipal.
Nossa escola tem laboratório de aprendizagem, com o objetivo de investigar problemas de aprendizagem. Realizamos várias parcerias com o Projeto Segundo Tempo, Escola Aberta, Música Inclusão e Ação com projetos na dança,coral e violão e neste trimestre iremos atender os alunos no laboratório de informática, já participamos de atividades na Fundação Ronaldinho.Nosso objetivo em participar destes projetos é de certa forma incluir os alunos em atividades diferenciadas, tirando-os da rua, descobrindo novos talentos, aproveitando melhor o tempo de cada um.
Não seria correto dizer que por completo incluimos a todos, mas estamos no caminho,muito temos a aprender, nossas portas estão abertas para novas descobertas sobre como atender a todos que necessitam de inclusão.
INCLUIR SIGNIFICA OFERECER EDUCAÇÃO DE QUALIDADE PARA TODOS
"O número de estudantes com algum algum tipo de necessidade especial cresce a cada ano na rede regular de ensino...O crescimento não acontece por acaso. A constituição Brasileira de 1988 garante o acesso ao Ensino Fundamental Regular a todas as crianças e adolescentes, sem exceção.E deixa claro que a criança com necessidade educacional especial deve receber atendimento especializado complementar, de preferência dentro da escola. A inclusão ganhou reforços com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1996, e com a Convenção da Guatemala, de 2001. Esta última proíbe qualquer tipo de diferenciação, exclusão ou restrição baseadas na deficiência das pessoas.Sendo assim mantê-las fora do ensino e considerado exclusão e crime..."(retirado da revista Escola ano XX número 182 Maio de 2005).
SERVIÇO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO
SERVIÇOS ESPECILAIZADOS DO MUNICÍPIO DE CACHOEIRINHA
A Secretaria Municipal de Educação de Cachoeirinha, dispõe de alguns serviços especilaizados para atender os alunos de inclusão sa rede muncipal. Os dados abaixo foram fornecidos pela assessora de Educação Especial, Vera Romero, da SMED da Cachoeirinha.
1. SALAS DE INTEGRAÇÃO E RECURSOS(SIR): Estas se constituem em um pólo de atendimentos especializados, que são distribuídos pelo município e atendem as regiões estabelecidas. São 5 salas destinadas ao atendimento dos alunos do Ensino Fundamental; 1 para alunos da Educação Infantil e do primeiro ano; para atender Deficientes Visuais e 1 para atender Deficientes auditivos. Todas elas, contam com pedagogos com especialização na área. Estes profissionais além de atender os alunos nas salas de recursos, também realizam um trabalho de assessoria, e vão 1 vez por semana às escolas onde tem alunos incluídos para acompanhar os casos, conversar com os professores e auxilia-los nos planejamentos. Cada SIR atende em média de 20 à 30 alunos.
2. PROJETO DE PSICOMOTRICIDADE:Relacional e no Meio Aquático: Este atendimento se da mediante avaliação psicomotricista, que dispõe de uma sala de recursos e um convênio com uma academia de Ginástica que conta com piscina térmica, para realizar os exercícios no meio aquático. Atualmente atende 44 alunos da rede( EMEIs e EMEFs).
3. PARCERIA COM O CIAN: Este é um Centro de Informática criado para dar suporte aquelas escolas que não possuem laboratório de Informática. Nesse caso específico o CIAN desenvolve um projeto de informática para alunos de inclusão com deficiência mental, onde é trabalhado, por exemplo: letramento, estruturação de frases, jogos matemáticos, entre outros: O CIAN atendem alunos do Ensino Fundamental e EJA.
ESTUDO DE CASO
JUSTIFICATIVA
Escolhi este caso para estudar, por ser um aluno de inclusão, por ter contato direto com seus professores, por ter sido em 2008 a professora que incentivou muito este aluno para a leitura de livros de literatura. A orientadora por ser conhecida e acreditar no processo de inclusão muito tem me ajudado, me dando oportunidade de acesso aos documentos do aluno.
O aluno Guilherme(nome fictício) é aluno da rede Estadual de Ensino frequenta a sétima série do ensino de 8 anos.
Dados de identificação do aluno:
Nome: Guilherme Cardoso
Data de nascimento:28/11/1993
Sexo: Masculino
Mãe:Juliana Cardoso
Pai: Julio Nunes
Ingresso na escola: O aluno ingressou na escola em 2008, na sexta série permaneceu na série nas disciplinas de Português,Matemática,História e Ciências.
Diagnóstico, desempenho e histórico do aluno:
O aluno foi encaminhado ao serviço de orientação educacional da escola por estar apresentando dificuldades na aprendizagem. Possui áreas de melhor desempenho, tais como: gosto e motivação para a informática, na área de expressão oral adora música "seu sonho é ser vocalista de uma banda", mantem um bom relacionamento com o grupo.
É um aluno que recebe alguns acompanhamentos da psiquiatria, neurologia, pneumologista,gasterentologista estes atendimentos são oferecidos pelo Hospital de Clínicas de POA e Saúde Mental. A escola está solicitando que seja atendido pela psicopedagogia e psicomotricista, pois tem um comprometimento motor.Utiliza as medicações: Carbamazepina, Holdol e buzedonida.
Ele mora com os pais tem três irmãos e tem mais um irmão por parte de pai, que segundo relata sua mãe este tem, hidrocefalia e uma prima apresenta autismo e esquizofrenia ( estuda em escola especial).
Relatório Médico:
Ao nascer Guilherme foi avaliado pela equipe do Serviço de Genética do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, por apresentar atraso de desenvolvimentoneuropsicomotor. O paciente é segundo filho de casal não consanguíneo,nasceu após 37 semanas de gestação, pesando 2550g, medindo 46cm, com perímetro cefálico de 31cm. APGAR 8/9. Recebeu alta com sua mãe após 2 dias. Apresentava hemiparesia congênita à esquerda, que vem sendo estável. Com 15 dias de vida apresentou diarréia que persistiu sté o quarto mês de vida. Apresentou convulsões aos 2 e aos 5 meses de idade. Guilherme apresentou desenvolvimento neuropsicomotor atrasados: sustento cefálico com 1 ano, sentou sem apoio com 1 ano e 5 meses, engatinhou com 1 ano e 9 meses. com 1 ano e 10 meses não caminhava sem apoio e falava apenas monossílabos.
Ao exame físico:
Microcefalia, discreta hemiparesia à esquerda, discreta ptose `a esquerda. Sem outros achados
Investigação Complementar:
Triagem completa para Erros Inatos do Metabolismo: normal.
Dosagem de àcidos graxos de cadeia muito longa(University Amsterdam- Holanda): normal
STORCH:normal
Amônia sèrica: normal
Lactato sèrico: 5,47(elevado)
Cariótipo: 46,XY, inv per9( variante da normalidade do cariótipo masculino).
Cromatografia de ácidos orgânicos na urina: perfil não característico de acidemias orgânicas.
TC se crânio(1/95): atrofia cerebral difusa, hipodensidade da substância branca periventricular em ambos o hemisférios derebrais.
TC de crânio(8/95): paquigiria fronto-pariental à direita. Provável defeito de migração fronto pariental direito.
Após extenso estudo para tentar caracterizar possíveis síndromes dismórficas genéticas ou erros inatos do metabolismo compatíveis com apresentação de atraso de desenvolvimento e microcefalia do paciente, descartamos estas etiologias. O paciente apresenta um defeito de migração neuronal no sistema nervoso central, caracterizado por área de paquigiria fronto parietal direita e heterotopia principalmente nesta àrea.
Estas alterações são compatíveis com seqüelas motoras apresentadas pelo paciente no hemicorpo esquerdo. Defeitos de migração dos neurônios ocorrem numa fase precose do desenvolvimento do embrião e, embora possam ser decorrentes de patólogias genéticas estabelecidas, também podem ser decorrentes de alterações de suprimento vascular localizado, infecções intra-útero ou teratógenos. O espectro de defeitos de migração neuronal é muito
amplo, no caso do presente paciente há uma área malformativa restrita, mas suficiente para provocar seqüelas
neurológicas.
Excluídas todas as causas investigáveis assumimos uma etiologia organizacional precose na fromação do feto.
Como uma alteração isolada e não herdada de nenhum dos pais, o risco de recorrência é muito baixo, em torno de 1%, para novos irmãos do paciente.
Orientações:
O paciente tem indicações de estimulação motora e de acompanhamento escolar especial.
Serviço de Genética Médica
Laudo Médico:
O paciente Guilherme é portador da Doença Crônica como Retardo de Desenvolvimento + Hiperratividade Brônquica , necessitando de tratamento prolongado.
Este apresenta retardo de DNPM, apresenta achados tomográficos de defeito de migração fronto- pariental direito. Tem um eletroencefalograma que sugere a presença de um foco irritativo esquerdo. Deve manter acompanhamento neurológico neste hospital.
Atesto que o paciente apresenta lesão importante do SNC, cuja etiologia ainda não foi definida a necessidade de tratamento fonaudilógico intensivos.Alem disso apresenta disturbios gastrointestinais e respiratórios que implicam em tratamento contínuo.
Encaminho o paciente Guilherme para uma turma de inclusão. é portador de Retardo Mental.
Ações realizadas pela escola para auxiliar o aluno:
PROFESSOR: metodologia diferenciada, buscando respeitar o seu ritmo de trabalho, atendimento individualizado.
SOE:Acompanhamento da aprendizagem, conversa com a mãe,orientações ao aluno,sugestões ao professor.
SSE: Acompanhamento da aprendizagem. Orinetações e sugestões aos professores.
L.A: Intervenções individuais, com uso de material dourado para trabalhar as operações de subtração e adição com retorno e transporte, jogos de multiplicação e operacionalizando-as. O aluno é comunicativo, demostra-se satisfeito com a escola. Relatou que aqui ninguém o chama de doente e nem batem nele.
DIREÇÃO: Encaminhou aos setores para realizarem um trabalho integrado.
OBS:Somente em Maio no ano de 2009 a turma onde o aluno está inserido recebeu redução de dois alunos.
OBSERVAÇÕES A SEREM FEITAS PARA COMPLETAR O ESTUDO DE CASO
Comportamento do aluno: O aluno se adaptou muito bem na escola, é bem aceito por todos, relatou que na outra escola era discriminado, todos riam muito de mim e eu não gostava. Nesta escola todos me respeitam.
Esta muito motivado para o trabalho, quer muito imitar o irmão, quer aprender a tocar um instrumento e até cantar.
NOVOS ENCAMINHAMENTOS E ATENDMENTOS:
Através da solicitação feita pela escola ao Serviço de atendimento especializado, o aluno neste mês será atendido no Projeto de Psicomotricidade e no Centro de informática.
O SSE e SOE da escola solicitou aos professores que permitam o uso de calculadora nas atividades realizadas por este aluno. O LA da escola constatou que o aluno não consegue abstrair as operações, necessita de material concreto.O processo da multiplicação é realiza todo pela adição, não abstrai.
CONCLUSÃO
"NINGUÉM, FAZ INCLUSÃO SOZINHO"
Em relação a mantenedora, faz-se necessário políticas públicas em seu planejamento, quanto ao número de alunos em sala de aula, quando há alunos incluídos. A inclusão depende da rede em articulação com a educação. É necessário a escola criar sua política em relação ao planejamento, avaliação e flexibilização destes.A inclusão depende da rede de apoio não só da comunidade, mas da saúde em artículação com a educação, proporcionando atendimento aos alunos que deste necessitam, além de recursos humanos e materiais de apoio quando necessários. Todos esses fatores, providências fazem parte da política pública de inclusão.
Esta interdisciplina de Educação de Pessoas com Necessidades Especiais mexeu muito comigo, pois falar sobre inclusão é bem diferente do que estudar o que é de fato inclusão.Partindo das leitras maravilhosas que fizemos, hoje tenho uma visão mais clara sobre inclusão e atendimentos especializados. Vejo que na rede onde trabalho estamos bem apoiadas com serviços especializados para atender as pessoas com necessidades educacionais especiais e também para dar o suporte necessário a equipe escolar.
Ter escolhido o aluno X para estudo foi muito interessante, hoje olhando o aluno posso endender melhor seu desenvolvimento, suas atitudes e também as atitudes dos colegas em relação ao mesmo.
A comunidade escolar estar engajada no trabalho com o aluno dando o apoio necessário ao professor é indispensável. O professor poder repensar sua prática para melhor atender o aluno é muito importante,facilita e da condições de novas construções, todos estarem conectados dando total igualdade é necessário e de suma importância.
A caminhada é longa mas as escolas tem que abrir espaço para novas leituras e interpretações sobre este tema tão importante nos dias de hoje.
Para finalizar o semestre e abrilhantar mais ainda meus estudos, tive no dia 10,11 de julho uma palestra com o Doutor Luciano Isolan, psiquiatra da UFRGS/HCPA, a palestra foi realizada para professores da escola onde atuo e tratou dos "Transtornos de Ansiedade na Infância e Adolescência e sua Interferência na Aprendizagem."
Entre tantas frases do Doutor Luciano gostaria de deixar registrada está. "Diante de um aluno com transtorno, o professor deve procurar conhecer seu aluno e incentivá-lo a participar, entendendo que o tempo daquele aluno não é o mesmo dos outros, mas ele tem o mesmo direito que todos, deixar o aluno de lado por causa do seu transtorno sem participar nunca, sempre deve ser estimulado e respeitado."
Comments (4)
Janaína Siviero Ribeiro said
at 6:00 pm on May 3, 2009
Olá, Belmira!
Tu relatas muito bem os serviços e atendimentos que são oferecidos na rede onde trabalhas. As informações sobre a tua escola estão bem claras. Teu dossiê está bem elaborado até o momento. Fico no aguardo do Dossiê 3.
Abraço,
Janaína
Janaína Siviero Ribeiro said
at 10:42 pm on Jun 4, 2009
Olá, Belmira!
Teu estudo de caso está bem elaborado, é evidente que estás bem envolvida na busca de informações, além disso as organiza de forma clara e objetiva. PARABÉNS!
Sugiro que faça uma pequena justificativa no início do teu relato, assim poderemos compreender porque escolheste esse caso e não outro para acompanhar.
Tu fizeste alguma entrevista com os pais do aluno? Caso tenha feito, podes acrescentar aqui.
Um abraço,
Janaína
Janaína Siviero Ribeiro said
at 1:12 pm on Jun 21, 2009
Olá, Belmira!
Fiz a releitura do teu estudo de caso e precebi que acrescentaste as informações solcitadas na unidade 6. Sugiro o mesmo acréscimo do comentário anterior: uma justufucativa do teu estudo, explica o motivo para teres escolhido esse aluno.
Um abraço,
Janaína
Janaína Siviero Ribeiro said
at 10:50 pm on Jul 8, 2009
OLá, Belmira!
Refiz a leitura do estudo de caso e percebi que não incluiste a conclusão do estudo (UNIDADE 7). Fico no aguardo da inclusão (envia e-mail para mim avisando), ok?!
Abraço,
Janaína
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